Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Apodiformes
Família: Apodidae
 Olphe-Galliard, 1887
Espécie: C. lemosi

Nome Científico

Cypseloides lemosi
Eisenmann & Lehmann, 1962

Nome em Inglês

White-chested Swift


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Taperuçu-de-peito-branco

O taperuçu-de-peito-branco é uma ave apodiforme da família Apodidae.

Nome Científico

Seu nome significa: do (latim) kupselos = andorinha; e oidës = semelhante, aquele que parece com, semelhante; e de lemosi = homenagem ao governador da província de Cauca na Colômbia, Sr. Antônio J. Lemos-Gúzman. ⇒ (Ave) de Lemos-Gúzman, semelhante a uma andorinha.

Características

Mede entre 14 e 15 centímetros de comprimento e pesa entre 27,4 e 28,8 gramas (Eisenmann & Lehmann, 1962).
O andorinhão-de-peito-branco apresenta a coloração geral cinza escuro, com um colarinho branco que circunda completamente a cabeça, sendo mais largo na região central do peito e mais estreita nas laterais deste. Suas asas são cinza azuladas, compridas e bem desenhadas. Seus lores são pretos, e esta coloração se estende até a porção mediana dos olhos. A região inferior da ave, (garganta, peito e ventre) tem coloração mais pálida e com tonalidades ligeiramente castanha (Eisenmann & Lehmann, 1962).
A íris, o bico, os tarsos e pés são pretos.
Os sexos são similares com pequena diferença na cauda, sendo que o macho apresenta a cauda ligeiramente mais denteada. Os imaturos não apresentam o colarinho branco, sendo que a região peitoral se apresenta com aspecto escamado. Sua identificação em campo é bastante difícil por ser este muito semelhante a outros de seus congêneres como: (C. niger), (C. cryptus) e (C. cherriei).

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).

Alimentação

São insetívoros e como demais andorinhões capturam suas presas em pleno voo.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Vivem em florestas secundárias e arbustos.

Distribuição Geográfica

Ocorre no extremo oeste da Colômbia e no Equador, nos Andes. Sua inusitada ocorrência em território brasileiro, talvez como espécie vagante, aguarda confirmação.

Referências

Galeria de Fotos